Ação abrange os 120 municípios que compõem a bacia e vai sugerir planos para reduzir poluição


Eidelwein explica que Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente, de 2005, estabeleceu a classificação dos “corpos de água” (rios, arroios) segundo a qualidade requerida para seus usos preponderantes. O Rio Taquari, na região de Estrela e Lajeado, por exemplo, foi enquadrado na classe 4, cujas águas podem ser destinadas somente para navegação e harmonia paisagística. “O Comitê Taquari-Antas aprovou que esta classe deve chegar a 2 até 2022. Considerando que o esgoto doméstico é um dos maiores causadores da poluição do rio, é preciso trabalharmos para ampliar o tratamento e atingir esta meta”, disse.
Eidelwein lembra que a responsabilidade pelo tratamento de esgoto é dos municípios, independente de ter conveniado ou não com a Corsan. “Se queremos uma qualidade de vida melhor, temos que começar pela água”, enfatiza o secretário. Conforme ele, atingir a classe pretendida pelo Comitê Taquari-Antas dependerá de ações das prefeituras, empresas e comunidade em geral.
No próximo dia 26 de abril, em reunião do Comitê, os primeiros resultados do trabalho devem ser apresentados. O Grupo de Usuários da Água tem oito membros, sendo titulares os representantes dos municípios de Estrela, Muçum, Venâncio Aires e Caxias do Sul (Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto – Samae), e como suplentes os de Guaporé, Teutônia, Bento Gonçalves e Farroupilha.
Texto: Paulo Ricardo Schneider
Assessoria de Imprensa Prefeitura de Estrela

