

A febre amarela é uma doença de gravidade variável, infecciosa e se apresenta de duas formas, a silvestre e a urbana.
Conforme a enfermeira Luciana Magalhães Rodrigues a forma silvestre acomete os macacos. Eles hospedam o vírus, transmitido pela picada do mosquito Haemagogus e servem como sinal de alerta para os humanos. Assim como os humanos, os macacos adoecem com a picada dos mosquitos infectados e não são os responsáveis por transmitir a doença.
Já a outra é a forma urbana que é transmitida pela picada do mosquito Aedes Aedes Aegypti, o mesmo que transmite a dengue, zika vírus e a chicungunia. Considerando que os mosquitos são diferentes, nos dois casos os vírus e os sintomas são idênticos.
Os sintomas podem ser leves, a ponto de serem confundidos como uma virose, ou podem evoluir para uma forma mais agressiva que pode levar ao óbito.
Luciana ressalta que a única forma de se prevenir contra a doença é a imunização. A vacina contra a febre amarela está disponível nas unidades de saúde do município, e é aplicada nas terças-feiras.
Segundo orientações do Ministério da Saúde, não podem tomar a vacina, crianças menores de 9 meses de idade, mulheres amamentando crianças menores de 6 meses de idade, pessoas com alergia grave ao ovo, pessoas que vivem com HIV e que tem contagem de células CD4 menor que 350, pessoas em de tratamento com quimioterapia/ radioterapia, pessoas portadoras de doenças autoimune, pessoas submetidas a tratamento com imunossupessores (que diminuem a defesa do corpo), e pessoas com mais de 60 anos de idade só podem ser vacinadas com receita médica.
Os pacientes que tiverem dúvidas devem consultar seu médico ou a equipe da saúde para mais orientações.
Texto: Ascom Imigrante


